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Psiquiatria

A medicina divide-se em várias áreas específicas e a psiquiatria é uma delas. Esta área dedica-se à prevenção, ao diagnóstico, tratamento e à reabilitação das muitas variadas formas de sofrimento mental. As causas deste sofrimento podem ser orgânicas ou funcionais e podem apresentar-se com manifestações psicológicas mais ao menos graves. Dos muitos transtornos que podem surgir podemos destacar a depressão, a esquizofrenia, o transtorno bipolar, a demência e os transtornos de ansiedade. Os médicos cuja formação científica se destaca em psiquiatria são conhecidos por psiquiatras, mas até meados do século passado foram conhecidos como alienistas.

O principal objetivo dos psiquiatras ao tratar de um doente é aliviar o seu sofrimento, que por vezes é intenso, e promover o seu bem-estar psíquico. Para que tal aconteça o médico especialista deve fazer uma avaliação minuciosa e completa do doente tendo em conta toda a sua história de vida, o seu meio cultural e social. Por vezes é necessário recorrer à concretização de testes psicológicos, neurológicos e neuro psicológicos. Alguns exames de imagem assim como laboratoriais também podem ser de extrema importância.

Na especialidade de psiquiatria podemos ainda destacar algumas subespecialidades tais como:

O principal objetivo da psiquiatria ao tratar de um doente é aliviar o seu sofrimento

O principal objetivo da psiquiatria ao tratar de um doente é aliviar o seu sofrimento

  • Pedopsiquiatras que são especialistas em crianças e adolescentes.
  • Gerontopsiquiatras que se debruçam sobre os problemas psiquiátricos dos idosos.
  • Psiquiatras forenses, que são especialistas no tratamento de criminosos e de doentes perigosos.

As pessoas com doenças mentais procuram muitas vezes ajuda do psiquiatra por livre vontade, outros por indicação do médico de família, outros ainda a pedido de uma equipa médica para se proceder a internamento psiquiátrico involuntário ou ainda por solicitação judicial. Assim podemos referir que existem dois tipos de tratamentos e de internamento: o voluntário e o compulsivo.

O critério para determinar o internamento compulsivo é diferente de país para país, mas em quase todos tem que estar presente um transtorno mental que ponha em risco a saúde ou até a vida do próprio ou de terceiros.

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Etiquetas: ansiedade, bem-estar psíquico, demência, depressão, esquizofrenia, gerontopsiquiatras, medicina, médico, pedopsiquiatras, psiquiatras, psiquiatria, sofrimento mental, transtorno bipolar, transtornos de ansiedade

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