Médicos Entusiasmados com Avanços na Luta Contra o Cancro

O cancro é uma das doenças mais temidas pela população em geral e tem levado a muitas investigações na tentativa de descobrir a sua cura. Na verdade, e disso ninguém tem duvidas, ao longo dos últimos anos tem-se verificado grandes avanços na luta contra esta doença. Agora surge mais um avanço que deixa os elementos da comunidade científica bastante entusiasmados.

A imunoterapia, que vai fazer uso do sistema imunitário com o propósito de atacar as células cancerígenas, veio dar uma nova era e uma nova esperança no tratamento do cancro, dizem os especialistas. Nos ensaios realizados e liderados por alguns investigadores britânicos, a imunoterapia mostrou uma tão grande eficácia que foram mais de metade dos doentes que sofriam de melanoma em estado considerado avançado e grave, que viram os respetivos tumores diminuírem de tamanho ou pelo menos ficarem controlados. Os resultados dos citados ensaios clínicos contra o cancro, foram tão bons que a comunidade científica está deveras entusiasmada, acreditando mesmo que os medicamentos usados podem ser um tratamento com um grande potencial de cura.

O tabaco é um dos fatores principais para o surgimento do cancro

O tabaco é um dos fatores principais para o surgimento do cancro

Roy Herbst, professor e diretor de oncologia do Yale Cancer Centre, veio na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica que decorreu em Chicago, dar o seu parecer sobre este novo tratamento. Segundo ele os resultados podem mesmo ser classificados como “espetaculares” e refere sentir-se confiante no que se refere à substituição da quimioterapia pela imunoterapia nos próximos cinco anos. Este cientista diz  “Acho que estamos a assistir a uma mudança de paradigma na forma como a oncologia é tratada”. Afirmou ainda que “O potencial para uma sobrevivência a longo prazo, para uma cura efetiva, está lá, sem dúvida”. Peter Johnson que pertence a Cancer Research UK, também quis dar a sua opinião considerando que “as provas sugerem que estamos no início de uma nova era para o tratamento do cancro”.

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