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Analgésico

É fácil recorrer ao uso dos analgésicos até porque não é necessária receita médica para que qualquer farmácia os disponibilize. Muitas pessoas exageram nas quantidades de analgésicos ingeridos automedicando-se. Para tal chegam a fazer uso de diversos tipos de analgésicos em simultâneo. A automedicação pode ser muito perigosa podendo mesmo colocar a vida da pessoa em risco.

O analgésico consiste num medicamento que após algum tempo depois de ser ingerido vai diminuir ou interromper as transmissões nervosas responsáveis pela dor eliminando-a. Este termo é usado para qualquer remédio do grupo de medicamentos que seja usado para aliviar a dor.

O grupo dos analgésicos é composto por um conjunto de medicamentos: os anti-inflamatórios não esteroides (AINE) da qual fazem parte o tão falado ibuprofeno, os narcóticos como é o caso da morfina e as drogas sintéticas com as mesmas propriedades dos narcóticos como é o caso do tramadol.

A automedicação com analgésico pode ser muito perigosa podendo mesmo colocar a vida da pessoa em risco

A automedicação com analgésico pode ser muito perigosa podendo mesmo colocar a vida da pessoa em risco

Como já foi referido a toma indevida de analgésicos podem comprometer a saúde ou até mesmo a vida. O seu uso inadequado pode levar à dependência física e até mesmo à morte quando as suas tomas se tornam regulares e excessivas. A hipertensão, a gastrite, as hemorragias gástricas e intestinais bem como a hepatite podem surgir em consequência da administração abusiva dos analgésicos.

Vejamos então:

  • A tão conhecida aspirina pode causar a produção de prostaglandinas que têm como missão proteger a mucosa gástrica e os rins.
  • O paracetamol, também sobejamente conhecido de todos nós, pode levar ao aparecimento de hepatite medicamentosa. Só para que se saiba é este tipo de hepatite a central causa de transplante de fígado efetuado nos Estados Unidos da América.
  • Muitos dos analgésicos encontrados no mercado farmacêutico têm na sua composição a cafeina em altas doses. Quando retirada a administração a uma pessoa que já a faz quase por rotina surgem as chamadas cefaleias de retirada. Neste caso é necessário e indispensável o acompanhamento médico para a desabituação.
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