Aborto Espontâneo

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Um aborto espontâneo é o fim acidental de uma gravidez com pelo menos vinte semanas de gestação.

Uma das causas mais comuns é um defeito no sistema cromossômico que acontece no embrião ou fet, o o que impede o seu desenvolvimento natural.

O problema pode ser hereditário, ou seja, do pai ou da mãe para o filho ou a filha, e causado pela exposição de um dos progenitores a determinados medicamentos ou radiações através de certos resíduos, o que pode resultar em doenças infecciosas.

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Sintomas do Aborto Espontâneo

Um dos primeiros sintomas de um aborto espontâneo é o sangramento vaginal, o qual ocorre na mulher gestante. Isto sem dúvida requer uma maior atenção médica e um cuidado imediato.

Um feto nascido após aproximadamente vinte semanas de gestação é denominado natimorto se tiver nascido morto e prematuro se tiver nascido vivo.

O segundo sintoma associado ao aborto espontâneo consiste em cólicas abdominais intensas seguidas de contracções uterinas com grande frequência e de dores fortes.

Depois de terem ocorrido todos esses sintomas, a mulher gestante sente uma vontade muito forte de urinar e de defecar e assim acontece a eliminação do feto ou embrião.

Curetagem

Porém muitas vezes, a a mulher gestante deve ser submetida a uma curetagem. A curetagem é um procedimento médico executado numa unidade hospitalar, sob anestesia geral ou locorregional.

O objectivo deste procedimento é retirar todo o material placentário ou endometrial da cavidade uterina através de um instrumento denominado cureta.

Tem como função principal limpar os restos do aborto. Esse método é necessário quando existem complicações após um aborto médico ou um aborto espontâneo.

Mesmo quando não existem razões, os médicos de alguns países costumam fazer uma curetagem por hábito.

Causas do Aborto Espontâneo

Sãp várias as causas na origem de um aborto espontâneo. As anormalidades cromossômicas: as anomalias cromossômicas são as causas mais comuns para a ocorrência de um aborto no primeiro trimestre de uma gestação, geralmente com a morte do ovo antecedendo a sua expulsão.

A etiologia poligénica e multifatorial – em aproximadamente 30 a 50% das perdas fetais no primeiro trimestre, não existem anormalidades genéticas. A maior parte destes casos abortivos estão relacionados com alterações estruturais secundárias em relação às anormalidades poligênicas. As anormalidades estruturais mais frequentes são as translocações, as inversões, as deleções e as duplicações. As infecções também são aceitas actualmente como etiologia do abortamento.

Aborto Espontâneo

Aborto Espontâneo

Os microorganismos e as situações clínicas frequentemente relacionados com o abortamento espontâneo são: a rubéola, a varíola, entre outras. A infecção transplacentária pode ocorrer com qualquer um destes microorganismos e as perdas fetais esporádicas podem ser causadas pelos mesmos, embora a comprovação histopatológica seja rara e o tratamento com antibióticos nem sempre seja efectivo.

As alterações anatómicas, os maiores responsáveis pela interrupção precoce da gravidez, devem-se à incompetência istmocervical, aos miomas, às malformações uterinas e às sinéquias uterinas.

Podemos destacar alguma doenças endocrimas: insuficiência lútea,tireoidopatias, diabetes, mecanismos imunológicos, drogas, agentes químicos e outros agentes ambientais.

Se sofreu um aborto espontâneo, o seu medico vai com certeza informá-la de que tal facto não irá impedir uma segunda gravidez.

É apenas necessário deixar passar algum tempo para novamente tentar engravidar. Também são necessárias tomar algumas medidas de prevenção. Sofrer um aborto espontâneo não impede uma nova gravidez.

Etiquetas: causas do aborto espontâneo, curetagem, doenças genéticas, sintomas do aborto espontâneo
Um comentário sobre “Aborto Espontâneo
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