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Leucemia Linfoide Aguda

A leucemia linfóide aguda, também conhecida por leucemia linfoblástica aguda ou LLA, tem origem nos linfócitos primitivos que são leucócitos mono nucleares presentes no sangue, nos tecidos linfóides e na medula (Autor: Christaras A)

A leucemia linfóide aguda, também conhecida por leucemia linfoblástica aguda ou LLA, tem origem nos linfócitos primitivos que são leucócitos mono nucleares presentes no sangue, nos tecidos linfóides e na medula (Autor: Christaras A)

A leucemia linfóide aguda, também conhecida por leucemia linfoblástica aguda ou LLA, tem origem nos linfócitos primitivos que são leucócitos mono nucleares presentes no sangue, nos tecidos linfóides e na medula.

Estes leucócitos desempenham importantes funções imunitárias que podem estar em diferentes estados de desenvolvimento.

As células com leucemia não conseguem desempenhar o seu papel no sistema imunitário, como, por exemplo, combater infecções, levar oxigénio para os tecidos e coagular o sangue.

Os principais sinais e sintomas da Leucemia Linfoide Aguda são:

  • Febre (que pode estar associada à leucemia ou uma infecção);
  • Infecções;
  • Fraqueza e fadiga;
  • Hemorragias;
  • Perda de apetite e peso;
  • Sudorese nocturna;
  • Hematomas e equimoses;
  • Dor nas articulações;
  • Dor abdominal (em função do aumento do baço);
  • Aumento dos gânglios linfáticos, chamado de adenomegalia; e
  • Dor de cabeça e vómitos.

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Subtipos de Leucemia Linfóide Aguda

Imunofenótipos (imunofenotipagem): Fenótipos são as características físicas das células.

Os subtipos principais de Leucemia Linfóide Aguda são T e B, assim chamados porque as suas células apresentam características semelhantes às dos linfócitos T ou B normais.

Uma vez que essas características são determinadas, o termo utilizado pode ser leucemia linfóide aguda tipo T ou leucemia linfoblástica aguda tipo B.

Anormalidades Cromossómicas (cito genética): Alterações nos cromossomas das células blásticas podem ser avaliadas através de um exame denominado citogenética.

Uma alteração específica nos cromossomas também permite a classificação da doença e no planeamento do tratamento.

Diagnóstico da Leucemia Linfoide Aguda

Para diagnosticar a Leucemia Linfoide Aguda, as células sanguíneas e da medula devem ser examinadas.

O exame por coloração de células e sua visualização através de um microscópio, mostra normalmente a presença de linfoblastos.

Para confirmar a presença da Leucemia Linfoide Aguda é feito um mielograma (punção da medula óssea) que quase sempre mostra células leucémicas.

As células sanguíneas e/ou da medula óssea também são utilizadas para determinar o subtipo de leucemia com a realização de exame citogenético (ou cariótipo) e imunofenotipagem e, quando necessário, para outras investigações especiais.

Etapas da Leucemia Linfóide Aguda em Adultos

Não existe classificação por etapas para a Leucemia Linfoide Aguda em adultos. O tipo de tratamento seleccionado dependerá de se o paciente já foi submetido a um tratamento anteriormente.

Não tratada

LLA não tratada significa que ainda não foi administrado nenhum tipo de tratamento, excepto aqueles para aliviar os sintomas.

Existem glóbulos brancos em excesso no sangue e na medula óssea, podendo também existir outros sinais e sintomas da doença.

Em remissão

Remissão significa que foi administrado um tratamento e que o número de glóbulos brancos e outros glóbulos no sangue e na medula óssea é normal. Não há sinais ou sintomas de leucemia.

Recorrente / refractária

Enfermidade recorrente significa que a leucemia voltou a aparecer depois de ter passado a fase de remissão. Refractária significa que a leucemia não passou para remissão mesmo após o tratamento.

Tratamento da Leucemia Linfoide Aguda

A quimioterapia é a utilização de um conjunto de medicamentos e radioterapia para combater a leucemia.

A maioria dos pacientes portadores de leucemia linfóide aguda precisam de iniciar o tratamento logo após estabelecido o diagnóstico.

A idade do paciente, o número de glóbulos brancos no sangue periférico, o tipo de linfócitos leucémicos, conforme considerados pela citologia, imunofenótipo ou composição cromossómica, são factores importantes no quadro clínico do paciente.

À excepção dos pacientes que apresentam Leucemia Linfoide Aguda de células B maduras, os quais são tratados com ciclos curtos e intensivos, o tratamento normalmente consiste numa fase de indução da remissão, num fase de consolidação (ou intensificação) e numa fase de manutenção.

Em alguns casos, pode ser necessário o transplante de medula óssea.

O transplante de medula óssea é utilizado para substituir a medula óssea com medula óssea sã. Primeiro, toda a medula óssea do corpo é destruída com doses elevadas de quimioterapia com ou sem radioterapia.

Depois, retira-se parte da medula óssea de um doador são, cujo tecido seja igual ou muito semelhante ao do paciente.

O doador pode ser um gémeo (a melhor opção), um irmão ou irmã compatível ou mesmo uma pessoa que não tenha parentesco com o paciente, mas tenha compatibilidade.

Finalmente, a medula sã do doador é injectada no paciente por meio de uma agulha numa veia, substituindo assim a medula destruída.

Um transplante de medula óssea no qual se usa medula de outra pessoa (parente ou não) é denominado transplante de medula óssea halogénico.

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Etiquetas: diagnóstico da leucemia linfoide aguda, etapas da leucemia linfoide aguda, glóbulos brancos, medula óssea, subtipos de leucemia linfoide aguda, tratamento da leucemia linfoide aguda
Um comentário sobre “Leucemia Linfoide Aguda
  1. Alex disse:

    Parabéns!!!
    Excelentes informações, seu sitio é nota 1000, adorei mesmo, pois o conteúdo aqui exposto é o máximo, valeu!

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