Seguros de Saúde em Portugal

A saúde é o bem mais precioso, invejado e desejado por todos.

Considerada muito mais importante que o dinheiro, faz-se uso deste último para que se alcance o primeiro.

O dinheiro serve para pagar as aulas no ginásio na procura de um corpo saudável, serve para comprar os alimentos considerados saudáveis e que beneficiam a saúde.

Nos últimos anos faz-se uso também dele para pagar os seguros de saúde que protegem as pessoas nas horas em que a doença se instala dando-lhe facilidade de consultas, exames médicos e cuidados de saúde.

No que se refere ao aparecimento e ao desenvolvimento dos seguros de saúde em Portugal, estes têm vindo a crescer rapidamente. Representam assim, uma grande segurança para os segurados e uma tranquilidade económica para as entidades seguradoras.

Na verdade, nos dias que correm, os seguros de saúde são de extrema importância para a sociedade no que se refere à prestação de cuidados de saúde.

Em Portugal, ao contrário dos restantes países da Europa, os seguros de saúde funcionam como forma de completar os cuidados de saúde oferecidos pelo Serviço Nacional de Saúde Pública.

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Evolução dos Seguros de Saúde

Foi no ano de 1990 que arrancaram com grande efetividade os seguros de saúde estando nesta altura cerca de 500 mil pessoas abraçadas por este sistema. Cerca de noventa por cento destas pessoas tinham seguros de grupo e não seguros individuais.

Seguros de Saúde em Portugal (Autor: Imagem em domínio público)

Seguros de Saúde em Portugal (Autor: Imagem em domínio público)

Decorridos cerca de 18 anos o número de segurados quadruplica registando-se cerca de dois milhões de pessoas com seguros, sendo que 48 por cento destas já possuíam seguros individuais.

Mas, foi no ano de 2000 que os seguros individuais foram bastante procurados e em 2005 que se verificou a existência de um grande número de pessoas efetivamente abrangidas por este tipo de seguro.

Tudo isto, comparativamente aos seguros de grupo que foram inicialmente os mais comuns.

A tendência de reforço do peso dos seguros individuais manifestou-se sobretudo a partir do ano 2000, tendo-se verificado, no ano 2005, um maior número de pessoas seguras abrangidas por seguros individuais em relação aos seguros de grupo.

Nos finais do ano de 2008 estimava-se que em Portugal quase um quinto da população estava abarcado por um seguro de saúde.

Apesar de todos estes crescentes valores sabe-se que estes se encontram muito abaixo da média dos outros países europeus.

Esta diferença de valores entre os países deve-se essencialmente às diferenças nos sistemas nacionais de saúde, mas pode-se prever que os seguros vão ser cada vez mais procurados pelos portugueses.

Diferentes Tipos de Sistemas

São muitas as entidades privadas e públicas que se dedicam à exploração de seguros representando uma mais-valia para a economia do pais e uma grande segurança para os segurados. Quanto à citada segurança esta só existe realmente, se a pessoa que faz o seu seguro estiver atenta a tudo o que lhe é apresentado na hora da contratação, pois caso contrário pode ser surpreendida negativamente.

Existem em Portugal três tipos de sistemas de seguros, nomeadamente em relação ao que é oferecido ao utente. Assim temos:

O sistema de reembolso, no qual a entidade seguradora vai dar uma indeminização ao segurado apenas em parte das despesas de saúde. A quantia só é dada ao utente quando este apresentar à companhia os comprovativos das despesas. Desta forma toda a despesa inicial é suportada pelo utente.

Temos depois o sistema convencionado ou também chamado de managed care, em que a entidade seguradora coloca ao dispor do segurado uma rede de profissionais convencionados e que têm uma dedicação exclusiva aos cuidados médicos hospitalares. Toda a informação referente ao estado do doente vai ser posteriormente disponibilizada ao segurado através de um guia.

Por fim temos o sistema misto que reúne os dois sistemas anteriores e é o segurado quem decide como pretende fazer.

São Muitas as Ofertas de Seguros de Saúde

Na hora de escolher o melhor seguro é necessário fazer uma análise cuidada de todas as ofertas de mercado. Em Portugal existem imensas ofertas, mas na verdade nem todas se adaptam ao que é procurado.

O Help Executive que pertence aos seguros Victoria parece ser o melhor de todos os seguros que se encontram no mercado. Reembolsa sem limites quase todas as despesas feitas. São contempladas também duas que não aparecem em mais nenhum seguro: a fisioterapia e os tratamentos termais. No entanto, apresenta um grande senão para a grande maioria dos portugueses: um casal com menos de 35 anos que tenha um filho com idade inferior a cinco anos iria pagar por este seguro cerca de 9 000 euros anuais.

Existe também um considerado muito bom: o Europamut, mas que neste momento só se encontra disponível para particulares só podendo ser contratado através de associações, sindicatos e empresas. Não tem como imposição para a adesão o limite de idade, não faz restrição a pessoas portadoras de doenças pré-existentes e não tem a possibilidade de recusar a renovação de contratos.

O melhor é fazer um contrato que suporte as despesas de grande valor como é o caso dos internamentos, consultas e tratamentos das especialidades, vigilância da gravidez e o parto. Geralmente as despesas com dentistas, próteses dentárias e outras têm sempre um limite de capital muito reduzido e mensalidades muito elevadas. 

Existem atualmente seguros com dois tipos de cobertura: um com hospitalização e tratamentos no ambulatório e um outro que inclui o parto e a estomatologia. Os seguros são vendidos em pacotes por isso o melhor é analisar cada um individualmente e escolher o mais vantajoso.

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