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Síndrome de Brugada

A Síndrome de Brugada baseia-se numa doença hereditária que predispõe a pessoa que com ela vive a arritmias ventriculares, ou por outras palavras é uma arritmia hereditária também conhecida pelo nome de fibrilhação ventricular.

Como causa da sua existência está comprovadamente a existência de uma mutação no gene SCN5A que acarreta uma alteração na estrutura dos canais de sódio dentro do coração.

Face ao exposto é de primordial importância fazer o rastreio de todos os elementos da família onde possa ter acontecido pelo menos um caso.

Durante uma arritmia o paciente pode sentir sensações diferentes como: não sentir nada, sentir um martelamento no coração ou vibração, uma dor no peito, falta de ar. Entretanto, quando a arritmia é muito severa o coração não pode bombear eficientemente o sangue, o que pode provocar o desmaio e até mesmo morrer.

Durante uma arritmia o paciente pode sentir sensações diferentes como: não sentir nada, sentir um martelamento no coração ou vibração, uma dor no peito, falta de ar. Entretanto, quando a arritmia é muito severa o coração não pode bombear suficientemente o sangue, o que pode provocar o desmaio e até mesmo morrer. Quem sofre do Síndrome de Brugada não apresenta quaisquer sintomas fora das crises em que se verifica a arritmia cardíaca.

Esta doença provoca um batimento muito rápido dos ventrículos impedindo que a circulação do sangue se faça de forma eficiente por todo o corpo. Quando esta situação acontece a pessoa apresenta um desmaio e em poucos minutos pode morrer se não for socorrido a tempo e de forma eficaz.

De todas as causas que se conhecem da morte súbita, esta síndrome é o responsável por cerca de doze por cento dos casos ocorrendo na maior parte das vezes durante o repouso ou o sono. A sua incidência é maior nos homens e nos adultos e os casos de morte súbita surgem por volta dos quarenta anos.

Foi no ano de 1992 que os irmãos Brugada fizeram pela primeira vez a descrição desta doença segundo um padrão eletrocardiográfico. Passados todos estes anos ainda é desconhecida qualquer medicação que possa resolver eficazmente esta situação. No entanto, existe um dispositivo especial que se coloca por baixo da pele do tórax, e ao qual se dá o nome de desfibrilhador. Este ao detetar os batimentos rápidos e irregulares do coração vai libertar uma carga elétrica diretamente no mesmo resolvendo a situação.

Quem sofre desta doença não apresenta quaisquer sintomas fora das crises em que se verifica a arritmia cardíaca. No entanto, no momento em que esta acontece podem surgir palpitações, tonturas, falta de ar, desmaio e como já foi dito a morte. O diagnóstico é feito pela presença de arritmias ventriculares graves, assim como de todos os outros sintomas e com um eletrocardiograma característico. Na ecografia cardíaca não se deteta nenhuma alteração estrutural.

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Etiquetas: causas do síndrome de brugada, coração, síndrome de brugada, tratamento do síndrome de brugada

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