Sida: Como Evitar o Contágio
- Publicado:2011-07-9 Editado:2011-07-9
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A SIDA, sigla originária da doença síndrome da imunodeficiência adquirida, é uma patologia causada pela infecção através de um vírus, o VIH. Esta não é uma doença que seja transmitida maioritariamente de forma hereditária, mas antes através do contacto com outras pessoas infectadas, algo explicado pela facilidade do contágio desta doença. Evitar o contágio desta doença é extremamente importante, dado que esta ataca o organismo do indivíduo afectado, enfraquecendo-o através da alteração das respostas imunitárias padrão. Tal favorece o surgimento das chamadas “doenças oportunistas”, que se aproveitam do enfraquecimento do organismo para o atacarem, o que pode conduzir à morte do ser humano.
Mas então que vírus tão poderoso é este VIH? O Vírus da Imunodeficiência Humana é o agente responsável pelo aparecimento e transmissão da SIDA, não existindo ainda uma cura para prevenir o contágio através deste vírus. Uma pessoa torna-se seropositiva aquando da presença deste vírus no seu organismo, apesar da doença poder demorar vários anos a manifestar-se e a conduzir a repercussões deveras perigosas. Ainda assim, apesar de neste período de tempo o vírus inoculado não se manifestar, pode ser transmitido a qualquer outra pessoa através de inúmeros métodos de contágio.
Compreende-se deste modo que, para evitar ter esta patologia potencialmente mortal, é essencial estar prevenido para não permitir que o contágio deste vírus seja efectuado para o nosso organismo. Não se pense, contudo, que é fácil evitar o contágio, até porque existem inúmeros métodos através dos quais o VIH pode ser transmitido. Desses métodos, destacam-se:
- Transmissão sexual: através de relações sexuais sem protecção, é possível contagiar outro indivíduo com este vírus, Aliás, este é o método mais comum de contágio do VIH; como tal, é necessário ter sempre confiança no outro parceiro sexual e usar preservativo.
- Troca de certos fluidos corporais: o vírus VIH está presente em diversos fluidos do nosso organismo, como o sangue. Assim, uma pessoa contagiada pelo vírus pode transmiti-lo a outro indivíduo caso este último contacte com o sangue da pessoa infectada. Desta forma, compreende-se que deve haver objectos de higiene pessoal que sejam individuais, não devendo ser partilhados por várias pessoas, mesmo que sejam parentes próximos. É de salientar, todavia, que o contacto com a saliva, o suor ou ainda o ar respirado por uma pessoa contagiada não leva ao contágio, pois não existe perigo de o vírus estar em qualquer uma destas substâncias.
- Transferência de mãe para filho: uma mãe, durante os períodos de gravidez, parto e/ou amamentação, pode transmitir o vírus, mesmo que involuntariamente, para o seu filho. Tal é possível, seja através do cordão umbilical ou do leite materno, o que vai influenciar negativamente o bebé, ainda mais numa idade tão precoce ao longo da qual as suas defesas ainda não estão completamente formadas. Porém, existe a possibilidade deste contágio não se efectuar, mesmo estando a mão infectada com o VIH.
Evitar o contágio torna-se, portanto, essencial. Contudo, quando a pessoa já se encontra infectada por este vírus não deve achar que a morte será inevitável. Apesar desta doença não ter cura, existe um conjunto de medicamentos retrovíricos que visam retardar o desenvolvimento da sida, dificultando o trabalho das doenças oportunistas. A sida por si só não é uma patologia que mata ninguém, apenas facilita a entrada de outras doenças no organismo, sendo que essas sim podem provocar a morte do indivíduo.
É por todos estes motivos que a sida é considerada uma das maiores doenças que devem ser combatidas no século XXI. Existe muita gente, nomeadamente em países subdesenvolvidos, que não têm acesso a esta informação, o que facilita a propagação do vírus. Assim sendo, é importante passar uma mensagem: a SIDA necessita de ser combatida, pois representa um enorme perigo para a raça humana, sendo que esta luta só poderá ser efectuada com sucesso actuando ao nível da prevenção.
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