Adenomiose
- Publicado:2010-12-30 Editado:2010-12-30
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Adenomiose é denominada: um estagio uterino que se dá a partir do momento em que há a presença de glândulas e estroma endometrial, que é o revestimento interno do útero dentro do miométrio que é a camada muscular grossa do útero. Há a possibilidade de ocasionar ou não à hipertrofia das fibras musculares uterinas que consiste na atrofia intensa das fibras musculares uterinas, como o aumento do volume do órgão, como também apresenta visivelmente traços não tão acentuados como nos casos que se conhece entre os miomas. Mas com tudo isso, pacientes com adenomiose frequentemente também têm leiomioma ou endometriose que são casos praticamente ligados entre si.
Actualmente podemos destacar os tipos de adenimiose, que pode ser focal envolvendo apenas o útero ou difusa, e no segundo e ultimo caso, o útero torna-se mais pesado e volumoso. Quando se trata de quadros médicos, a presença de adenomiose uterina causa a um aumento excessivo no fluxo menstrual que tem por nome menorragia, e na ocorrência de cólicas uterinas que são denominadas: dismenorréia, reduzindo assim a qualidade de vida das pacientes com esse problema.
O diagnóstico
O diagnóstico que se faz antes da operação, chamado (pré-operatório) da adenomiose, pode ser adquirido através da ultra-sonografia vaginal e pela ressonância magnética.
Estatísticas & Causas
Estatísticas: A adenomiose ocorre na maioria dos casos em mulheres entre 35 e 50 anos, pois nesta faixa etária as mulheres têm excesso de estrógeno no organismo, e quando perto dos 35 anos, elas geralmente tem interrompida a produção de progesterona no organismo, que equilibra os efeitos do estrógeno. Depois dos 50 anos, devido à menopausa, não produzem tanto estrógeno quanto antes.
Causas: Dentre as causas existentes que se conhecem e contribuem para a ocorrência da adenomiose podemos constatar que há um mistério envolvendo a ocorrência deste quadro clínico, embora possa ter algum grau de associação com um trauma uterino que possa ter rompido a barreira entre o endométrio e o miométrio, o que pode resultar na ocorrência, em relação a gravidez, de uma operação cesariana ou na ligadura de todas as trompas, tudo isso pode ser a um fato isolado naturalmente, ou seja, acontece como se fosse a menopausa.
Tratamento
O tratamento para esse problema abrange uma serie de opções que incluem o uso de anti-inflamatórios, não-esteróides e a supressão hormonal com agonistas da GnRH, para o alívio digamos não instantâneo dos sintomas, mas que gera algum progresso.
Factores
A chamada ablação endometrial só afecta a superfície do tecido endometrial e não o tecido que cresceu por dentro do músculo existente na mulher. Este tecido remanescente ainda continuaria sendo o principal causador da dor, e para resolver esse problema utiliza-se a histerectomia que é a única opção de cura permanente que se conhece hoje em dia, até porque os outros tipos de tratamento não são tão eficazes quanto a histerectomia. Há aqueles indivíduos que acreditam que o excesso de estrógeno seja a causa da adenomiose ou que possa agravar seus sintomas na maioria dos casos, muitos especialistas recomendam evitar produtos com xenoestrógenos – substâncias que apresentam uma estrutura molecular praticamente quase que igual aos estrógenos e são sem sombra de duvida, portanto, aceitos pelos receptores das células como se fossem hormônios naturais, tendo sua origem nos produtos petroquímicos.
Prognóstico
No prognóstico, não há um aumento de risco significativo em relação ao que poderia ser o desenvolvimento de um possível câncer. Como a adenomiose é estrógeno de classificação, dependente, ou seja, depende de determinadas células para que possa actuar em sua real natureza. A menopausa representa a cura natural para esse tipo de problema que afecta a maioria da população feminina mundial.
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