Pancreatite

O pâncreas é uma glândula que pertence ao sistema digestivo e ao sistema endócrino. Pesa cerca de cem gramas e mede aproximadamente entre os quinze e os vinte centímetros. Esta glândula tem uma participação ativa no processo de digestão, assim como noutras reações metabólicas consideradas de fundamentais e de extrema importância para o organismo.

A pancreatite baseia-se numa doença inflamatória que pode ser aguda ou crónica e que leva muitas vezes a uma progressiva destruição do pâncreas. Quando a pancreatite é aguda surge em consequência da ativação anómala das enzimas pancreáticas. A pancreatite cronica é o resultado do decurso progressivo de destruição do tecido pancreático e que promove uma deficiência crónica na função do pâncreas e posteriormente os distúrbios pancreáticos.

As suas causas podem ser variadas, mas as mais frequentes são: a presença de cálculos na vesícula e/ou nas vias biliares, o consumo excessivo de álcool em excesso, algumas doenças das vias biliares e alguns fatores genéticos.

Quanto aos sintomas podem ser referidos os seguintes: a dor abdominal de grande intensidade na metade superior do abdómen, mal-estar, náuseas e vómitos. Estes têm tendência a agravar aquando da ingestão alimentar. A febre, sudação intensa ou taquicardia podem também fazer-se sentir. No caso da pancreatite já ser considerada como crónica podem ocorrer sintomas como os problemas digestivos, a deficiente absorção dos alimentos, diarreia, perda de peso e diabetes.

Referente à sua prevenção, esta passa essencialmente pela não ingestão de álcool uma vez que este é toxico para as células pancreáticas

O pâncreas é uma glândula que pertence ao sistema digestivo e ao sistema endócrino

O pâncreas é uma glândula que pertence ao sistema digestivo e ao sistema endócrino

. O diagnóstico é feito pela presença dos sintomas e pela realização de exames laboratoriais com o doseamento dos níveis das enzimas pancreáticas. Pode também ser necessário recorrer a uma avaliação morfológica com ecografia e/ou tomografia axial computorizada.

O tratamento deve ser o médico a instituí-lo e muitas vezes passa por um internamento de curta duração, perfusão de soro e administração de analgésicos. Em casos mais graves pode ser necessário o internamento em cuidados intensos e a cirurgia.

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