Novo Tratamento Para a Alzheimer

Já todos nós ouvimos falar da Alzheimer, sendo esta neste momento a demência mais comum que leva à degeneração progressiva, global e irreversível de muitas das funções cognitivas do ser humano. As funções mais afetadas são a memória, a concentração, a linguagem e o pensamento levando à impossibilidade da realização das mais simples atividades diárias. Segundo os dados estatísticos da Associação Alzheimer Portugal, sabe-se que no nosso país existem cerca de noventa mil casos diagnosticados.

O Alzheimer é uma condição de saúde cada vez mais presente na nossa sociedade

O Alzheimer é uma condição de saúde cada vez mais presente na nossa sociedade

Os doentes de Alzheimer e os seus familiares sabem que esta doença depois de instalada não tem como ser debelada, no entanto surge agora uma nova esperança: uma descoberta que pode ser a chave do tratamento de tão temida doença. Sabe-se, presentemente que são algumas células imunitárias que têm a capacidade de destruir um nutriente vital, a conhecida argina. O estudo que levou a esta descoberta conclui que no caso de Alzheimer, as células imunitárias que têm como missão a proteção do cérebro não o fazem, pelo contrário consomem o citado nutriente. Esta descoberta é considerada de grande importância uma vez que até ao momento o papel do sistema imunitário bem como o da arginina na doença de Alzheimer eram absolutamente desconhecidos.

Perante tal descoberta está já a ser estudada uma fórmula medicamentosa de forma a que o Alzheimer seja evitado ou até mesmo bloqueado. O processo ao ser bloqueado com a administração do medicamento, vai levar à prevenção da formação de plaquetas a nível cerebral que é uma das características desta doença. Existe também a capacidade de interromper o processo da perda de memória.

No entanto, há ainda que ter atenção, referem os cientistas, uma vez que as experiências foram realizadas apenas em ratos e que muitas vezes os resultados obtidos em animais não são os mesmos que nos humanos. Esta é a razão por que muitos cientistas ainda se encontram apreensivos embora esperançados na importância da descoberta deste tratamento para o Alzheimer. Segundo os cientistas responsáveis pela descoberta e pelo novo medicamento, esta pode mesmo ser a solução, uma vez que descoberta a causa mais facilmente se chega à cura.

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